Blog da Gabi ;)

Divagações, citações, fotos, livros e viagens.
Amigos, família, planos, projetos, música.
Opinião, conversa pra jogar fora, vontade de escrever.

Emoório Biergarten: Cultivando Prazeres

30.6.08

Festa Junina no bar!

No último final-de-semana teve Festa Junina no Cervejarium!
A gente se divertiu, com todo mundo a caráter.


(clique na imagem para ampliar.)

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De Minas a São Paulo

Depois de passear em Ouro Preto, volta pra casa pela MG-50. A estrada, mesmo sendo mineira, está bem boa e sinalizada — em muitas partes estão reformando o asfalto. Motivo: vimos várias praças de pedágio sendo terminadas.

Pois é... A estrada é simples, cheia de curvas (e mineiro tem mania de querer andar no acostamento) mas, vai ter pedágio!

Pra não perder o costume, as melhores fotos tiradas pelo Marcelo durante o trajeto de volta pra casa:

A MG-50: simples e com uma paisagem show!

Serra da Canastra. Essas montanhas estão a cerca de duas horas de viagem de casa. E eu nunca visitei!

A represa de Rifaina: linda e gigante!

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29.6.08

Uma série sobre a viagem a Ouro Preto

No caminho. Entre BH e Ouro Preto.

Depois de visitarmos Belo Horizonte entre sexta-feira e sábado do começo do mês, como eu já contei aqui, aproveitamos para conhecer Ouro Preto no domingo.

Zilhões de fotos divididas por temas, como você pode ver abaixo, mostram o pouco que vimos num único dia, no centro da cidade. Uma reciclagem visual deliciosa.

Sem contar o friozinho e o romance no ar... (Quando as ladeiras não nos deixavam sem fôlego, era a beleza do dia que fazia tudo valer a pena!)

A gente vai voltar para fazer todo o trajeto da Estrada Real, né, Ju!? ;)

Divirta-se com o que a gente viu! Porque não dá pra contar sobre as músicas maravilhosas e bem escolhidas que ouvíamos vindo das casas do centro da cidade. E nem dá pra dizer o quanto a comida apimentada desses mineiros é boa e muito menos dizer como é delicioso conhecer um lugar charmoso como Ouro Preto (quase perdoei os mineiros de BH pelo mau-humor.)
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(Clique no marcador "Pra Viagem" aí debaixo e veja todas as fotos da viagem!)

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Romance em Ouro Preto

Note como o domingo estava lindo para passear e namorar na cidade histórica mineira.
Visitamos igrejas, o museu sobre Aleijadinho e bebemos da beleza da cidade.









As montanhas ao redor da cidade e nós.








Uma lua convidativa e ruas de pedra-sabão escorregadias e perigosas.










A pousada que ficamos (um doce!) e lampiões no muro da igreja.
Um pôr-do-sol inspirador!

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Alguns olhares de Marcelo em Ouro Preto

Imagens feitas pelo meu fotógrafo preferido!


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Placas em Ouro Preto

Para manter as fachadas das casas no original, usa-se muito placas charmosas para indicar o que há nas casas. Lojas, muitas joalherias (com cada coisa linda... E claro, tudo com pedras preciosas da região) e muitas repúblicas — famosas principalmente na época do carnaval. Por sinal, há uma grande discussão sobre esses aluguéis que os estudantes fazem de suas "casas" para turistas nessa época.

Dá pra se divertir com a criatividade para chamar a atenção.




















(clique nas fotos para ampliar)

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Um jardim em Ouro Preto

Numa das ruas em que passamos em Ouro Preto, ao lado de uma ponte, deparamos com esse jardim delicioso.

A pizzaria que tem sua sacada para ele, parece ter saído diretamente da Grécia para o Brasil, tocando uma música lounge deliciosa.

O jardim estava sendo muito bem aproveitado, como você pode ver no detalhe da última foto em que o leitor do jornal lia as notícias descalço e muito relaxado.

Isso que é um passeio cultural pelas ruas de Ouro Preto: música ambiente em qualquer lugar e de qualidade, observando gente comum que sabe aproveitar seus momentos de ócio.

Bucólico.

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Janelas e casinhas de Ouro Preto

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As coisas pelas quais temos que passar

Ultimamente estou tentando ter uma outra postura em relação aos acontecimentos à minha volta. Tem gente que me considera apática, tem gente que me considera conformista e, pior de tudo, tem gente que me considera egoísta. Eu me considero prática.

Venho passando por desafios maiores do que o imaginável. Nunca imaginei que me decepcionaria com pessoas que sempre confiei e considerei essenciais na minha vida. Depois desses “tapas na cara” que andei levando, quase desisti de tudo. Mas pensei bastante nas possibilidades e além de achar que se abandonasse todos os meus projetos eu seria uma fraca, também achei que seria muito mais egoísmo agir assim, do que continuar, mesmo nadando contra a corrente da maioria.

É difícil de explicar e mais ainda de perceber as coisas que na verdade são claras como água. Venho assistindo às coisas de um novo ângulo: resolvi pensar mais em mim e me envolver menos. Não quero mais ser a fortaleza de ninguém e muitas vezes me sinto mal por isso, porque gosto de ajudar, porque gosto de me matar pelos outros — e isso é sincero. Mas o que recebo de volta é sempre crítica e vários nãos. Sempre.

Meu pai precisou passar por uma outra cirurgia por causa de uma prótese que colocou na perna, há quase dois anos. A lição que eu levo de um acontecimento desses é: ninguém sabe pelo que tem que passar para aprender o que tem que aprender. Mais humilde, sabendo que depende de outros, meu pai mudou depois dessa última “aventura” no hospital. Bem diferente de quando sofreu o acidente há dois anos atrás, que o levou a colocar essa prótese. Ele conseguiu reconhecer suas fraquezas sem desmerecer ninguém que estava próximo a ele, lhe dando a mão. Será que não era isso que ele tinha que ter aprendido há dois anos atrás? Eu não sei... Mas me pego pensando a respeito.

Tenho vários outros exemplos muito próximos de mim que me levam a pensar a mesma coisa. As pessoas não sabem o que têm que passar para aprenderem o que devem aprender. Se você não aprende por bem, vai ser por mal. Pode ter certeza.

Tenho medo disso. Acho que estou aprendendo por mal muita coisa que deveria aprender por bem. Ao mesmo tempo, me sinto tão injustiçada que tenho medo do que as pessoas que vêm me fazendo tão mal emocionalmente, terão que passar para entenderem que o que eu faço realmente é pensando no bem — sendo muito honesta sempre e justa acima de tudo.

A gente não sabe o que tem que passar nessa vida. Mas eu digo que culturas enraizadas são muito difíceis de mudar. Sentimentos conflituosos em relação a alguém que se sobressai são horríveis de se lidar (principalmente quando você é a pessoa do foco de toda a discussão). E eu ainda não descobri por que tenho que passar por tudo isso...

Maaaas, nessa bagunça toda — sentimental, profissional e principalmente familiar —, novos projetos vêm surgindo. Algo mais leve, mas que vai tomar praticamente todo o meu tempo (e isso é bom pra não ter tempo de pensar demais em coisas pequenas). E eu e o Marcelo tentamos abrir mais uma porta de possibilidades pra gente. Em breve notícias oficiais a respeito.

Desculpem-me o sumiço. ADORO escrever nesse blog. ADORO ter notícias de minhas amigas. ADORO poder confiar em várias pessoas de verdade. Mas, não estou tendo tempo. Provavelmente aparecerei mais aos fins de semana e só peço pra quem gosta de mim, pra que torça de verdade pelas minhas causas. Quem não gosta, faça como quiser — porque com certeza eu vou passar pelo que tiver que passar.

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28.6.08

A história de plantar e de colher

O livro La Bodega, de Noah Gordon é uma narrativa que se passa no fim do século XVII, quando houve lutas políticas na Espanha e quando uma praga afetava os vinhedos da França.

Você acompanha toda a trajetória de Joseph, segundo filho de um produtor de uvas. Naqueles tempos, o primogênito era quem herdava tudo do pai e o segundo filho devia seguir outro caminho. O autor conseguiu mostrar a história da época com a saga do protagonista: primeiro, tentou lutar com uma milícia sem nem bem entender o porquê, para defender os carlistas. Depois, fugiu para a França, onde aprendeu a cuidar das uvas e dar valor a elas de uma forma diferente do pai, que vendia toda a produção de seu vinhedo para fazer vinagre.

Quando voltou à sua cidade, porque o pai havia morrido, Joseph encontra o vinhedo a venda — o irmão não tinha interesse em abandonar a fábrica movida a vapor (outra novidade da época) em que trabalhava.

E ele consegue comprá-lo e é então que começa toda a história, comum a muitos descendentes de produtores de vinhos: cuidar das uvas, reformar o vinhedo, fazer experiências, começar a produzir vinho de qualidade, aprender a delegar funções, começar a pensar comercialmente, negociar preços e com gente grande. Tudo contado de uma forma que mostra exatamente a rusticidade dos trabalhadores.

Minha identificação com o livro foi óbvia porque é o que acontece com a minha família na produção de cachaça. Um passo atrás do outro, as coisas vão fluindo e exigindo sempre uma nova visão do todo.

Neste livro, você acompanha um pouco da história da Espanha no período, mas muito mais a determinação de agricultores na rotina de todo dia ter que carpir, colher, limpar, cuidar sempre daquilo que mais prezam — o que traz um resultado de trabalho que deve ser comemorado e valorizado.

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24.6.08

Keep walking



QUEM SABE AONDE UM PASSO PODE TE LEVAR?

(A D O R O as campanhas do whisky Johnnie Walker. Por sinal, ando profética com meus posts, não!?)

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22.6.08

Recados para mim

Coisas que andei lendo e ouvindo neste domingo e que parece que foram diretamente enviadas para mim:

* Como se achar sem nunca se perder?
(De um livro na livraria)

* Quebrar é a chance de reconstruir.
(Propaganda da Nextel)

NADA IMPEDE VOCÊ DE FAZER.
(Propaganda do IG)

É bom pensar nisso! ;)

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A cor amarela



Caetano Veloso está com um novo projeto em andamento: "Obra em Progresso" são shows semanais no Rio de Janeiro, onde toca músicas já conhecidas e pelo menos 6 inéditas (dentre elas, "A cor amarela"), junto com Pedro Sá, guitarrista; Marcelo Callado, baterista; e Ricardo Dias Gomes, baixista.

A banda se formou quando Caetano gravou o CD Cê e por isso, a intitula "Banda Cê". Ele diz que seu sucesso com sons atuais se deve muito aos músicos que o acompanham, jovens e atuais — em sintonia com que o público antenado de hoje em dia quer ouvir.

No projeto, Caetano comenta sobre temas atuais, conversa com o público e canta músicas antigas suas que façam referência aos temas. Além disso, tocam as novas músicas e que provavelmente estarão em seu novo CD. O intuito aqui é que o público conheça as músicas antes mesmo de lançar o CD. A idéia é boa e completamente relativa à divulgação via internet. Eu estou fazendo minha parte, porque adorei! ;)

Para ler mais, clique aqui!

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21.6.08

Fotos com Lego

Olha que graça!
Mike Stimpson se inspira em fotos clássicas, de momentos marcantes de nossa história. Ele as refaz com sua coleção de bonecos Lego. Você pode ver todas clicando aqui!

O mais legal é que ele mesmo já faz links para as respectivas imagens originais. Ou seja, suas fotos de Lego são totalmente culturais! Divirta-se!

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19.6.08

Festa Junina e Quermesse!

Adoro essa época do ano. No sábado passado, teve tudo isso, ó:
Festa Junina da Lívia!

Quermesse com a Ju e o Paulo, em Jardinópolis!

A gente se diverte, come e bebe bem e ainda ouve todas aquelas músicas de festa caipira! Delícia!

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Eu sou do mundo, de bom humor

Na foto, eu de costas, na entrada do parque de exposições.

Impressionante. Essa é a palavra que vou usar para comentar três fatos marcantes de Belo Horizonte: trânsito maluco e horrível; ladeiras que obrigam qualquer pessoa a ter um 4x4; e o mau-humor dos mineiros da capital.

Tirando esses "detalhes", BH é uma cidade muito bonita, com muitos bares, com muita cultura e interessantíssima. Mas vou voltar ao assunto: o que constatamos é que não há muita educação no trânsito por lá. As pessoas param em cima da faixa de pedestres, fecham cruzamentos, não conseguem fazer fila dupla — São Paulo, Curitiba também têm um trânsito ruim, mas têm fiscalização. Acho que está faltando muito disso em Minas Gerais no geral. Impressionante.

Sobre as ladeiras, não há o que fazer: a cidade cresceu e está tomando as montanhas. É lindo o que se vê lá de cima. Paisagens que misturam o urbano com a natureza. Impressionante.

Agora, o pior mesmo foi ver a má vontade das pessoas em tentarem ser simpáticas. Não esperava que me tratassem como se eu estivesse numa cidade turística, afinal estávamos na capital do Estado (e nem era a passeio) mas, esperava mais cortesia das pessoas para darem informações, pra te darem licença pra passar na calçada. Por sinal, os pedestres também não respeitam o trânsito: com avenidas larguíssimas em BH, seria mais fácil atravessar na faixa mas, muita gente se mete pelo meio dos carros. Um perigo.

Portanto, pra pedir informação, pra comprar uma água, pra atravessar uma rua, pra qualquer coisa que você interaja com pessoas estranhas, considere os mineiros estranhos mesmo. Parecem ser difíceis de contentar e são extremamente secos. E eu que esperava a hospitalidade mineira, acabei por ficar com mais birra (daquele mesmo jeito que os paulistas costumam ter birra de cariocas, sabe!? O que não é o meu caso em relação aos cariocas, que fique bem claro). Impressionante.

Estivemos em Belo Horizonte para visitar uma feira de cachaças (que eu achei muito bairrista) e para divulgar a Cachaça Gabriela pela cidade — situação um pouco difícil porque por lá, você só encontra cachaça mineira mesmo e eles defendem isso. De qualquer forma, pra conhecer e saber como as coisas realmente são, só indo lá pra ver, não é mesmo?

E assim, aproveitamos para passear também e, como já se tornou costume, visitamos o Mercado Central de BH. Enlouqueci! De tão lindo que achei. Até hoje, é o mais bonito que visitei. Você se perde de tão grande que é e suas ruas são circulares, o que o torna ainda mais bem aproveitado. Tirei zilhões de fotos, amei as cores, os cheiros, as coisas típicas. Separei "algumas" pra postar aqui. São "só" 50 fotos nesse slideshow. Veja e concorde comigo: não é uma delícia?


Ah! Devo dizer que as fotos são sempre minhas ou do Marcelo. A convivência nos dá percepções muito parecidas e inclusive conseguimos chegar ao ponto de tirar fotos iguais. Entretanto, muitas vezes não fica claro de quem são as fotos aqui no meu blog. Na dúvida, pense como eu: são nossas. Tanto minhas quanto dele. A gente fotografa junto — sempre.

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Quase erudita

"Para você testar o seu vocabulário em determinada língua, não é necessário que todas as palavras que compõem o idioma lhe sejam apresentadas, bastará apenas retirarmos aleatoriamente alguns vocábulos menos usados, bem como termos usuais empregados numa conversação entre pessoas cultas. "

Isso é o que está escrito antes de você começar o teste de vocabulário da língua portuguesa que recebi. O meu resultado foi de 25 pontos — de 30 palavras do teste, acertei o significado de 25 —, o que significa, segundo a resposta do teste, que tenho um excelente vocabulário e se continuar lendo bastante, posso até me tornar uma filóloga. ;)

Faça o teste você também. É bem interessante: Teste aqui.

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18.6.08

Direto do bar

Ultimamente está difícil atualizar meu blog: ou eu não tenho tempo, ou a Internet não funciona.

Hoje, estou usando a Internet do Cervejarium só pra contar que mantenho o costume de vir aqui todos os dias. Portanto, à noite, atualizações são impossíveis. Só usando a Internet do boteco mesmo... ;)

Tá tudo bem. Juro que quero retomar à atualização diária normal.

Hoje a comemoração é adiantada: aniversário do Baby e de Ribeirão Preto AMANHÃ!!!!

Com certeza amanhã terei novas fotos (se a Internet colaborar...).

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16.6.08

Uma estrada, muitas percepções

Na sexta-feira, 6 de junho, saímos da cidade de São Paulo com destino a Belo Horizonte. Como não é novidade pra ninguém, eu adoro pegar estrada. Só que dessa vez foi mais especial: eu estava inspirada em minha animação de viagem. Principalmente porque precisava sair, ver novos horizontes e mais ainda porque dirigir na Fernão Dias foi sinônimo de muito verde, muita paisagem, muita integração com o universo.

Não sei bem por quê, nesse dia — como sempre acontece, só que com mais intensidade —, eu estava vendo tudo com meus “olhos de turista”: montanhas mil nessas Minas Gerais do Brasil. E você consegue enxergar muitos vales, muitas casinhas perdidas no meio do verde, pequenas cidades mineiras escondidas atrás de um morro ou outro.

Os diferentes tons de verde fazem com que a gente pense como é bom esse “mundão véio sem porteira” e que a gente não quer que ele acabe não. Vimos pastos, bananeiras, cafezais, cana-de-açúcar, plantações de morango: cada um com seu verde característico; com um espaço diferente do outro; tudo desigual, subindo e descendo os morros, se misturando à mata nativa.

Tive tanta certeza de meu ufanismo que, enquanto dirigia, cheguei a pensar em uma pequena poesia, fazendo analogia ao verde de nossa bandeira. Mas eu não anotei e a idéia se perdeu no meio de minhas divagações. Depois de 8 horas de viagem (com nossas deliciosas paradas para conhecer algum lugar em que passamos, é claro), me senti cansada e ao mesmo tempo, revigorada — o que me pareceu foi ter conseguido ter tirado todo o peso que estava carregando em meu peito (N motivos) e só ter muito orgulho de ser brasileira. Sabendo que a gente tem muito ainda a descobrir dessa natureza maravilhosa que nos cerca. Pra completar, só faltou eu colocar o pé descalço na terra.

Abaixo, uma de nossas paradas deliciosas: a Venda do Chico, que fica entre uma curva e outra da Fernão Dias e que serve café com leite, aquecidos no fogão de lenha; pamonha, bolo de fubá e outras cositas más. Nada mais pitoresco para quem chegava no Estado dos mineiros (ainda farei comentários posteriores a respeito do humor desse povo! Aguarde).


(Clique para ampliar)

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100 anos de Japão no Brasil: agricultura, tecnologia, manias e tradições

No 100º ano da chegada dos primeiros imigrantes japoneses no Brasil, o país respira a milenar cultura nipônica.

No dia 28 de abril de 1908 começava uma jornada repleta de expectativas, sonhos e sem data de retorno. Dois meses de viagem parecia uma eternidade para famílias inteiras que deixaram o Japão, a bordo do vapor Kasato Maru, que aportaria em Santos no dia 18 de junho. Passados 100 anos é indiscutível a importância desse povo no desenvolvimento do nosso país. Das lavanderias às técnicas de agricultura, os japoneses se fizeram notar e hoje marcam presença até mesmo nas tradicionais churrascarias, onde encontramos buffets de sushis e sashimis.

É pensando nesse forte laço que unem brasileiros e japoneses que a Editora Contexto brinda o leitor, com muito chá verde e saquê, lançando o livro Os japoneses, escrito pela sansei Célia Sakurai, doutora em Ciência Política e uma grande especialista em imigração japonesa.

Histórias medievais, folclores, tradições, verdades e mentiras, guerras, modernização e superpotência mundial. Com a Primeira Grande Guerra, depois a Segunda, o pós-guerra e a ocupação, começa o início da recuperação econômica e assim nasce o Japão contemporâneo. Novamente rico financeiramente, transforma suas indústrias, investe em tecnologia e cria a prática de diminuir tudo e compactar o máximo das coisas. Junto com os carros modernos e arrojados o mundo recebeu o Pokémom, a Hello Kitty e o Speed Racer. Os mais velhos vão se lembrar do National Kid e do Ultraman.

No capítulo ‘Japoneses no mundo’, Célia conta desde a chegada deles nos Estados Unidos até aportarem em terras brasileiras. “Dentre os destinos de imigrantes, o Brasil é o principal e o último”, de 1908 a 1979 o país recebeu mais de 250 mil japoneses, se tornando assim a maior colônia fora do Japão, explica a autora.

Em Os japoneses ela fala das manias e dos conhecidos estereótipos: andar em grupos, tirar muitas fotografias, ser um povo calmo e do reconhecido respeito aos mais velhos, entre outras coisas. Descreve a importância dos xoguns e samurais, que existiram e foram fundamentais na construção dessa nação.

Sayonara!

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13.6.08

Um doce fim-de-semana

Eu adoro doce!

O petit gateau — bolinho de chocolate que chegou há apenas 12 anos no Brasil, popularizou-se rapidamente por aqui e já é sucesso em todos os restaurantes da terra tupiniquim.

Existem várias histórias sobre o surgimento da iguaria. Alguns dizem que ele teria nascido por acidente após um aprendiz de chef de cozinha ter aquecido demais o forno. Outros afirmam que a sobremesa originou-se após um cozinheiro francês ter errado a quantidade de farinha na receita do bolo. Porém, independente da forma, pode-se dizer que o equívoco transformou-se em um delicioso acerto.
O petit gateau é um delicioso bolinho de chocolate de casca crocante e recheio cremoso.

Nas minhas antigas e deliciosas aulas de francês, tivemos dias excelentes de curso. Um deles foi quando o Emir, meu colega de sala, resolveu nos presentear com seu petit gateau merveilleux. É claro que copiei a receita, né!? Para o fim de semana, fica a doce sugestão:


Petit Gateau do Emir

Ingredientes:
- 250 g de chocolate amargo em barra
- 250 g de manteiga sem sal
- 5 gemas de ovos
- 5 ovos inteiros
- 165 g de açúcar
- 100 g de farinha de trigo
- Açúcar de confeiteiro para polvilhar
- Manteiga para untar

Acompanhamento
4 bolas de sorvete de creme

Decoração
• arabescos feitos com chocolate derretido, sobre o sorvete
• folhas de hortelã

Modo de fazer:
Derreta o chocolate em banho-maria e reserve. Em uma tigela, misture as gemas, os ovos inteiros, o açúcar e depois junte a farinha de trigo. Unte na manteiga 4 pequenas formas antiaderentes (forminhas de empadinha!) e reserve-as em lugar fresco. Misture o chocolate derretido ao composto de gemas na tigela e mexa bem até formar uma massa homogênea. Distribua a massa nas formas e asse em forno aquecido na temperatura de 170 graus durante 5 minutos, aproximadamente. Disforme aos poucos e polvilhe o açúcar de confeiteiro por cima. Acompanhe com sorvete e decore com arabescos feitos com chocolate e com folhas de hortelã.

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11.6.08

Para refletir

Na estrada Fernão Dias (de São Paulo para Minas Gerais), o pôr-do-sol visto da janela do meu carro.

"
Viver é a coisa mais rara do mundo.
A maioria das pessoas apenas existem."

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6.6.08

Informações imprecisas


Mas interessantes! ;)

Um estudo recente conduzido pela Universidade Federal (qual???) mostrou que cada brasileiro caminha em média 1.440 km por ano.

Outro estudo feito pela Associação Médica Brasileira (será verdade???) mostrou que, em média, o brasileiro toma 86 litros de cerveja por ano.

Isso significa que, na média, o brasileiro faz 16,7 km por litro.

Isso me deixa muito orgulhosa de ser Brasileira!!!


(Coisas da Internet que se recebe por email....)

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2.6.08

Os 10 filmes mais românticos de todos os tempos

Clientes de videolocadora elegeram títulos inesquecíveis no mês em que se comemora o Dia dos Namorados.

O romantismo nas telas já foi mostrado de diversas formas, retratou muitas épocas, registrou cenas antológicas, e por conta disso, é difícil apontar quais são os melhores filmes. Para tentar descobrir as preferências do brasileiro em relação a este gênero da sétima arte, neste mês dos namorados, a rede de videolocadoras 100% Vídeo realizou com a clientela uma pesquisa para selecionar os 10 filmes mais românticos de todos os tempos.

A enquete foi feita com cerca de sete mil clientes associados. Os filmes escolhidos foram:

1 - Titanic, 1997;
2 - E O Ventou Levou, 1939;
3 - Um Amor Para Recordar, 2002;
4 - Uma Linda Mulher, 1990;
5 - Antes Que Termine o Dia, 2004;
6 - Casablanca, 1942;
7 - Cidade dos Anjos, 1998;
8 - O Diário de Uma Paixão, 2004;
9 - Ghost - Do Outro Lado da Vida, 1990;
10 - Moulin Rouge, 2001.

"A lista reflete informações interessantes. Temos os dois mais famosos romances clássicos (E O Vento Levou e Casablanca), os dois romances ícones das mulheres que estão na faixa dos 30 e 40 anos (Ghost e Uma Linda Mulher) e três romances trágicos e atuais, que conquistaram o coração da geração mais jovem (Um Amor Para Recordar, Antes Que Termine O Dia e O Diário de Uma Paixão). Para finalizar temos Moulin Rouge, que é o musical romântico mais popular desde Dirty Dancing - Ritmo Quente — este último quase entrou na lista, e o grandioso Titanic, com a história romântica de maior bilheteria de todos os tempos", analisa o consultor de cinema da 100% Vídeo, Reginaldo Zaglia.

Com o romantismo presente na vida de todos de forma muito intensa, difícil é apontar um filme que não contenha uma história de amor. A identificação é imediata, principalmente quando se trata do sexo feminino. Mas, será que o gênero romance é mesmo coisa apenas de mulher? Reginaldo Zaglia esclarece esta questão. "A comédia-romântica, surgida em 1989 com Harry & Sally - Feitos Um Para o Outro, foi feita para levar o casal de namorados aos cinemas. E eles invadem o cinema, já faz parte da cultura do "namorar". Mas, com exceção de casais recém formados, o namorado prefere uma ação, comédia, ficção ou policial. Já a namorada, procura um romance ou um drama", analisa o profissional. Há 22 anos no mercado, a 100% Vídeo atualmente possui 88 lojas em funcionamento e presentes em 14 estados.

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1.6.08

Pizzada e muito vinho!

Na véspera do feriado de Corpus Christi, cometi o pecado da gula: Juliana nos convidou para uma pizzada na sua casa — massas feitas pelo Dócio, recheios escolhidos por todos e um forno de pizza quentinho! —, regada com muuuuito vinho.

O friozinho estava bom, o papo estava melhor ainda e acabamos perdendo a hora, saindo de lá mais de 4h da manhã.

O Marcelo voltou falando enrolado de tanto que bebeu do vinho orgânico que levamos. E a Ju e o Silvão continuam sendo o casal número um na minha lista de pessoas excepcionais!



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